Células robóticas
Manipuladores para solda, paletização, usinagem e manuseio de materiais, projetados sob o layout específico da sua linha.
A Xornelvia projeta, integra e mantém sistemas robóticos para indústria, logística e pesquisa aplicada. Este é um panorama do que fazemos e de como conduzimos cada etapa, do primeiro estudo à operação em linha.
Automação raramente falha por falta de tecnologia. Falha quando o projeto não considera a rotina real da planta — o operador, o turno da madrugada, a peça que chega fora de especificação.
Trabalhamos no espaço entre o hardware e a operação. Cada célula robótica que entregamos passa por estudo de layout, prototipagem em nosso laboratório na Berrini e um período de acompanhamento em produção antes de considerarmos o trabalho concluído.
Visitamos a linha, medimos ciclos e mapeamos gargalos com a equipe de produção. O relatório inicial descreve o que é automatizável hoje e o que exige adaptação de processo antes.
Modelamos a célula em ambiente virtual, validamos alcance, tempo de ciclo e segurança antes de qualquer compra. Você aprova o layout com números, não com suposições.
Montagem, programação dos manipuladores e integração com o CLP e o sistema de gestão da fábrica. Testamos com peças reais até a repetibilidade ficar dentro da tolerância acordada.
Depois da partida, acompanhamos indicadores de disponibilidade e desgaste. A manutenção deixa de ser reação à parada e passa a ser um plano com data marcada.
Manipuladores para solda, paletização, usinagem e manuseio de materiais, projetados sob o layout específico da sua linha.
Conexão entre robôs, sensores, visão computacional e o sistema de gestão da fábrica, com dados que a operação consegue ler.
Veículos autônomos para movimentação interna em depósitos e centros de distribuição, com rotas revisadas junto à logística.
Monitoramento de vibração, temperatura e ciclos para antecipar desgaste e programar paradas fora do horário de pico.
Análise de risco e adequação à NR-12, com barreiras, sensores e documentação técnica para auditoria.
Provas de conceito com laboratórios e universidades para levar protótipos de manipulação e visão até o chão de fábrica.
Um robô não substitui pessoas. Ele assume a tarefa repetitiva e devolve à equipe o tempo para decidir, ajustar e melhorar o que a máquina não vê.
Duas estações de solda a ponto integradas ao CLP existente. Tempo de ciclo reduzido de 47 para 31 segundos por peça.
Sistema de visão que separa peças fora de especificação antes da montagem, em parceria com um laboratório universitário.
Frota de seis veículos autônomos para transporte interno, com rotas ajustadas ao fluxo de expedição de fim de dia.
Robô de paletização com troca ágil de garra para três formatos de embalagem, integrado ao sistema de rastreio de lotes.
Depende da complexidade da célula. Um projeto de paletização costuma entrar em operação em cerca de catorze semanas; integrações com visão computacional ou várias estações levam mais. No fim do diagnóstico você recebe um cronograma com datas por fase, não uma estimativa aberta.
Sim. Não representamos uma marca única. A escolha do manipulador parte do requisito técnico — alcance, carga, repetibilidade — e do que já existe na sua planta, para evitar retrabalho de integração.
Toda célula é entregue em conformidade com a NR-12, com análise de risco documentada, barreiras físicas e sensores de parada. A documentação técnica acompanha o projeto e fica disponível para auditoria interna ou fiscalização.
Uma equipe interna de automação faz sentido para quem tem demanda contínua de projetos. Para uma ou duas células por ano, contratar a integração costuma sair mais previsível: você paga pelo escopo definido e conta com o acompanhamento pós-partida sem manter a estrutura ociosa entre projetos.
Estamos registrados e operamos em São Paulo, com projetos atendidos nas regiões Sudeste e Sul. Para plantas em outros estados, avaliamos o deslocamento de equipe caso a caso durante o diagnóstico.
Acompanhamos indicadores de disponibilidade nas primeiras semanas e mantemos um plano de manutenção preditiva. Ajustes finos de programação no período de estabilização fazem parte do escopo de comissionamento.
Comece com uma conversa. Descreva o gargalo e agendamos uma visita de diagnóstico para avaliar o que faz sentido automatizar primeiro.
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